| Constituição da Equipa Nacional de Parapente 2006 |
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De acordo com o ponto do Regulamento de Competições, no início de cada ano desportivo a FPVL procederá à constituição da Equipa de Portugal, que integrará um máximo de 12 (doze) pilotos. Só pilotos de nacionalidade Portuguesa poderão constituir a Equipa de Portugal e serão escolhidos, sequencialmente, da seguinte forma: 1º. Os sete primeiros pilotos do Ranking Nacional; 2º. O Campeão de Portugal do ano desportivo precedente; 3º. A Campeã de Portugal do ano desportivo precedente; 4º. O piloto feminino mais bem classificado no Ranking. Caso já tenha sido escolhida pelos critérios anteriores, será o segundo piloto feminino melhor classificado no Ranking; 5º. O piloto Esperança mais bem classificado no Ranking. Caso já tenha sido escolhida pelos critérios anteriores, será o segundo piloto Esperança melhor classificado no Ranking; 6º. Um piloto à escolha do Seleccionador Nacional; 7º. Os Pilotos mais bem classificados no ranking, excluindo, se for caso disso, os que já tenham sido escolhidos pelos critérios anteriores, até perfazer um número máximo de 12 (doze). Quando algum dos pilotos seleccionados não possa ou não pretenda integrar os trabalhos da Equipa de Portugal, será substituído pelo piloto melhor classificado do Ranking Nacional que ainda não tenha sido escolhido pelos critérios anteriores. Os pilotos da Equipa de Portugal ficarão comprometidos com a FPVL, durante um ano desportivo, através da celebração de um contrato, pois serão os únicos a poder usufruir de eventuais apoios para a participação em competições internacionais, sendo obrigados a participar nos treinos ou estágios que a FPVL venha a organizar. Irá coordenar a EQUIPA NACIONAL DE PARAPENTE 2004 como Seleccionador Nacional, Luís Miguel Matos. Que enquadrará também a respectiva Equipa Técnica de acordo com o plano anual de actividades. Federação Portuguesa de Voo Livre |












